Quarta-feira, 26 de Novembro de 2014
26.11.2014 - Por Fora de Série, às 15:00

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Já teve importância de comunicação amorosa. A “Linguagem do leque” remonta ao século XVII - terá sido descoberta em Espanha - e já teve honras de figurar na literatura. “Beije-me”, “siga-me” e outras indicações menos abonatórias como “odeio-o” foram transmitidas pela articulação do leque em consonância com o olhar. O acessório que foi símbolo de poder, luxo e sedução inaugurará a Sala dos Leques com a exposição ”Armas de Sedução – Leques europeus do século XVIII ao século XX”, na Casa-Museu Medeiros e Almeida. Patente de forma permanente a partir de sexta-feira, 28 de Novembro, esta exposição apresenta alguns dos leques mais representativos de diferentes períodos históricos e culturais, de um acervo de 210 exemplares. O leque da Rainha D. Amélia (foto acima), da Imperatriz D. Eugénia do Montijo, última esposa de Napoleão III (1808-1873) – datado de 1854 e assinado por Hédouin, célebre pintor, gravador e litógrafo francês – e um outro com invulgares penas de Marabu (abaixo), estão entre as peças em exposição. ”Armas de Sedução – Leques europeus do século XVIII ao século XX” pode ser vista de segunda a sexta-feira, das 13h00 às 17h30, e aos sábados das 10h00 às 17h30. Possibilidade de visitas guiadas, através de marcação pelo telefone 21.3547892 ou do email info@casa-museumedeirosealmeida.pt. A exposição tem entrada gratuita nos primeiros e terceiros sábados de cada mês – e com visita guiada às 12h00. CSB

 

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