
É o relógio mais célebre e também o mais caro do mundo e prepara-se para escrever mais um capítulo da sua história no próximo mês de Novembro. Criado pela Patek Philippe em 1933, para o banqueiro e coleccionador norte-americano Henry Graves Jr., e conhecido hoje como a Supercomplicação de Graves, este relógio de bolso único reúne um total de 24 complicações e é considerado o relógio mais complicado alguma vez concebido por mão humana.
A última vez que se ouviu falar na Supercomplicação de Henry Graves, foi em 1999, quando o relógio foi vendido em leilão, pela Sotheby's, pelo montante de 11 milhões de dólares – cerca de oito milhões de euros. Durante 15 anos, o misterioso comprador permaneceu no segredo dos deuses até a leiloeira anunciar que se prepara para o levar à praça, uma vez mais. De acordo com a “Bloomberg”, o relógio terá sido devolvido à Sotheby's por Saud bin Muhammed Al Thani, um primo do emir do Qatar, juntamente com outras peças de relojoaria e obras de arte no valor de 83 milhões de dólares (cerca de 61 milhões de euros), para saldar uma dívida com a leiloeira.
A Supercomplicação de Graves irá a leilão a 14 de Novembro, a mesma data em que a Patek Philippe celebra o seu 175º aniversário. IQ