Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2014
18.12.2014 - Por Fora de Série, às 13:30

 

A Herdade do Esporão lançou a sua própria agenda para 2015. Uma edição limitada da designer portuense Madalena Martins, feita à mão a partir de materiais reciclados.

Sobras de rótulos, jornais “Esporão”, antigos catálogos de produto, ementas do restaurante da Herdade. São estes, entre outros desperdícios, os materiais que dão rosto, cor e forma às capas das novas agendas para o próximo ano do produtor de vinhos e azeites do Alentejo e Douro. Um projecto que foi buscar inspiração ao universo da tapeçaria alentejana e que se assume como um encontro entre criatividade e responsabilidade social e ambiental, valores também eles de inspiração para o novo ano que se aproxima.

 

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Ao todo, somam-se 300 agendas, cada uma delas numerada, única e exclusiva e todas elas resultado do trabalho manual de reclusos e utentes da oficina de reinserção do Gabinete de Atendimento à Família.

As novas agendas para 2015 do Esporão estão à venda na loja do enoturismo da Herdade. IQ

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18.12.2014 - Por Fora de Série, às 10:30

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Mona: palavra frequentemente usada para designar cabeça. E são objectos “com cabeça” que ocupam o espaço da Mona, uma loja no número 70 da Rua das Janelas Verdes, que é também uma galeria de Arte. Patrícia Nunes Pedro e Nuno Presa Cardoso, os donos, são publicitários e, por isso mesmo, estão habituados a puxar pela "mona. Neste espaço, podem coexistir desde lápis a sofás, o que importa é que não sejam apenas objectos bonitos, mas que tenham uma ideia, uma desconstrução da funcionalidade ou que sejam dinâmicos. Por exemplo, um relógio que corre quando o alarme dispara. Outra das vocações da Mona é divulgar novos talentos, pessoas que muitas vezes não têm oportunidade de expor os seus trabalhos.

Uma enorme estrutura em forma de lâmpada de cartão ilumina o interior da loja que acaba de completar um ano de vida, como que a sugerir ideias luminosas para o Natal. Se ainda não comprou todos os presentes, vale a pena espreitar a Mona, ali ao lado do Museu Nacional de Arte Antiga. CSB

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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2014
17.12.2014 - Por Fora de Série, às 16:30

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Ela é considerada a rainha do burlesco, justa responsável pela reinvenção da estética ‘pin-up’ das décadas de 40 e 50. Ele, o imperador do calçado glamouroso e requintado que se popularizou em todo o mundo pela icónica sola encarnada. Juntos acabam de criar uma linha de ‘lingerie’ que rima com sensualidade e a que não falta a sua nota de erotismo chique.

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Constituída por sete peças que foram buscar a forma a materiais tão especiais como a seda italiana e a renda Leavers e o espírito ao estilo diva retro-chique que tão bem caracteriza Dita Von Teese, a nova linha, desenhada por Louboutin, recebeu o nome de “XXXtian”, numa alusão à assinatura usada pelo designer nos seus emails. A colecção vende-se ‘online’ através do site “Glamuse” e os preços das peças vão dos 104,9 aos 899,9 euros. IQ

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17.12.2014 - Por Fora de Série, às 15:30

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Pronto a adoçar a boca, dos gulosos aos mais frugais, o Quiosque da Cereja do Fundão vai vender Pastel e Bombom de Cereja do Fundão, Chá de Pés de Cereja do Fundão ou iogurte grego artesanal português Yonest, com Compota do fruto da região - e outros produtos como Queijos e Enchidos, do Clube dos Produtores. O Quiosque, como o nome sugere, é uma grande cereja com rodinhas que vai circular por Lisboa até dia 6 de Janeiro. Até 22 de Dezembro, o Quiosque estará no Cais do Sodré. Depois, e até ao dia de Reis, terá morada na Rua Augusta. E este ano, o Natal já pode contar com a cereja à mesa. CSB

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17.12.2014 - Por Fora de Série, às 13:30

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A Vista Alegre acaba de apresentar a 13ª peça do “Projecto Artistas Contemporâneos”: um centro de mesa desenhado pela pintora Graça Morais.  Um centro de mesa de porcelana branca, que decorou com papoilas, malmequeres e várias outras plantas, com um resultado muito fresco e colorido. A peça, a 13ª do “Projecto Artistas Contemporâneos”, está disponível numa edição limitada a 500 exemplares numerados, nas lojas Vista Alegre e online em myvistaalegre.com.

O “Projeto Artistas Contemporâneos” teve início em 2008 e consiste na apresentação de duas edições limitadas por ano, concebidas por artistas nacionais e internacionais, consagrados ou emergentes.. Já participaram Eduardo Nery, Manuel João Vieira, Pedro Calapez, Joana Vasconcelos, Oscar Mariné (Prémio Design Espanha 2010), Nadir Afonso, Malangatana, Portinari, Armanda Passos, Antonio Ole, Cruzeiro Seixas e José de Guimarães.

Quanto à convidada desta edição, Graça Morais, tem um vasto currículo e peças em diversas colecções públicas e privadas, tais como na Assembleia da República, Fundação Luso-Americana, Museu de Serralves, Museu de Arte Moderna de São Paulo e Fundação Calouste Gulbenkian. E também os painéis de azulejos no edifício sede da Caixa Geral de Depósitos, em Lisboa, na estação Bielorrússia do Metropolitano de Moscovo, no Teatro Municipal de Bragança ou no Centro de Astrofísica e Planetário do Porto.

Este projecto é uma excelente oportunidade de ter também, em nossas casas, uma peça de sua autoria.




17.12.2014 - Por Fora de Série, às 12:00

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 Fotografias: Reuters

 

O cavalheirismo não morreu. Esta é, aliás, a regra nº1. Apesar de termos vindo a perder as boas maneiras, isso não significa que certos gestos e regras já não contem. Pelo contrário, é o que separa cada vez mais os homens dos animais ou – se preferirem – dos outros membros do sexo masculino.

Agora é óbvio que as regras de um cavalheiro já não podem ser as mesmas dos nossos avós. A sociedade evoluiu, o papel das mulheres evoluiu, e existem novos dados – como as redes sociais, por exemplo –, a levar em conta. E um cavalheiro deve acompanhar essas mudanças. Essa deve ser a regra nº 2: Um cavalheiro deve estar em sintonia com o espírito do tempo.

Hoje em dia soa estranho se um cavalheiro se levantar sempre que uma mulher entrar na sala ou se for dar a volta ao carro para lhe abrir a porta. Pior, vai parecer exibicionismo e – regra nº 3 –, um cavalheiro nunca se exibe.

Após aturado estudo, aqui ficam então as principais regras Fora de Série que devem orientar um cavalheiro neste século XXI:

Regra nº4 Um cavalheiro está à vontade em qualquer situação e faz com que os outros à sua volta estejam também.




17.12.2014 - Por Fora de Série, às 10:30

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Rafael Artero acompanha a Pantene há uma dezena e meia de anos. Além de trabalhar com cabelos e ter um conhecimento profundo de tricologia, desempenha o papel de formador do público em geral. Rafael Artero esteve na Pantene Repair Pop Up Store, em Madrid, onde falou com a Fora de Série sobre alguns dos mitos que existem acerca do cuidado do cabelo.

 

O que é um ‘shampunier’?

É uma personagem que a Pantene criou há 15 anos. Eu fui o primeiro. A marca apercebeu-se de que as pessoas cometiam muitos erros e sentiu a necessidade de explicar o que é uma lavagem de cabeça, uma hidratação, qual é a rotina do cabelo... Um ‘sommelier’ é um ‘expert’ em vinhos, assim como um ‘shampunier’ é um ‘expert’ no cuidado de cabelo.

Existe também uma ciência chamada tricologia…

A tricologia é o estudo do cabelo. Tem em conta muitos factores, nomeadamente hormonais, alimentares e ambientais. Para se ser ‘shampunier’ é preciso ter conhecimentos de tricologia.

Existem mitos sobre o cuidado do cabelo?

Sim. Que faz mal lavar o cabelo todos os dias. Se eu tropeçar a descer as escadas, o problema não é das escadas. Pelo contrário, o exercício até faz bem à circulação. O acto de lavar a cabeça, em si, não faz mal. Faz mal se o fizer incorrectamente. Se usar um shampô inadequado, se esfregar o cabelo, se utilizar ferro a secar…

Não se deve esfregar o cabelo?

Não. O que lava é o champô. Os dedos só têm de reparti-lo pelo cabelo inteiro. Esfregar causa o efeito contrário – produz mais oleosidade.

 




Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014
16.12.2014 - Por Fora de Série, às 14:30

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Um óleo sobre tela assinado por Dórdio Gomes, intitulado “Ceifeiro – Arraiolos”; uma Papeleira D. José em pau-santo decorada com talha e ferragens em bronze; outro óleo sobre tela de Domingos Sequeira, "A Última Ceia", e ainda um óleo sobre madeira de Júlio Pomar, intitulado “Colhida", assinado e datado de 1961, são algumas das peças que fazem parte do “Leilão de Antiguidades e Arte Moderna e Contemporânea”.  A encerrar o ano, o Palácio do Correio Velho leva à praça cerca de 891 lotes com venda presencial, e outros 314 lotes que poderão serão licitados online.

Com preços base entre os 30 e os 100 mil euros, este leilão apresenta uma outra novidade: “Life Bidding. Ou seja, para além da possibilidade de licitar presencialmente, por telefone, ou através de ordem de compra, também é possível através da internet, em tempo real e assistir ao que se passa na sala. O primeiro decorre nos dias 16, 17 e 18, a partir das 19h30; o leilão online acontecerá entre as 10h do dia 16, até às 21h de 19.  CSB




16.12.2014 - Por Fora de Série, às 13:30

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A Gin Sul, uma marca de gin de Hamburgo mas com raízes algarvias, acaba de lançar o “Ruby Sul”, uma edição limitada nascida numa velha pipa de Porto Ruby de 13 anos. Elaborado pela mesma equipa de botânicos responsável pela receita original da marca, o novo “Ruby Sul” é resultado de todo um processo repartido entre Portugal e a Alemanha e tem, exactamente como o seu antecessor, o limão algarvio como sílaba tónica.

Neste caso concreto, depois de levada a pipa para a destilaria de Hamburgo, foram utilizados mais limões do que é hábito no processo original para conferir à nova bebida um sabor ainda mais fresco e cítrico, já que a madeira tem tendência a suavizar estes sabores. Seguiu-se um estágio de quatro meses nesta mesma pipa e o resultado é um gin com uma tonalidade acobreada e um aroma e paladar onde se nota claramente a influência do vinho do Porto.

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Tal como o “Gin Sul”, o “Ruby Sul” foi depois engarrafado em garrafas de cerâmica cuja ilustração ficou a cargo do Alte Liebe Tätowierungen, um estúdo de tatuagens de Hamburgo que apostou numa imagem ‘vintage’ onde não faltou a pipa nem os emblemáticos limões que fazem a marca. Sendo esta uma edição limitada, para Portugal vêm apenas 40 garrafas do “Ruby Sul”. IQ

 

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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2014
15.12.2014 - Por Fora de Série, às 16:30

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A actriz norte-americana é a mais recente cara da campanha Concious Exclusive da H&M. Já sendo conhecida pelo seu compromisso de sustentabilidade e preocupação com o meio ambiente, Wilde partilha os valores defendidos pela marca sueca. Utilizando, como sempre, materiais sustentáveis, como a seda, o linho orgânico, o tencel, o poliéster reciclado e a pele orgânica, a nova colecção é inspirada, sobretudo, na cultura africana e asiática, tanto no corte, como no detalhe. Vai estar à venda ‘online’ e em cerca de 200 lojas H&M seleccionadas, a partir de 16 de Abril do próximo ano. CLM




15.12.2014 - Por Fora de Série, às 15:00

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No início de Outubro fomos surpreendidos com a notícia do regresso de John Galliano ao universo da moda. Agora, a poucas semanas do início do novo ano e da apresentação da sua primeira colecção para a Maison Martin Margiela, o director criativo da casa volta a surpreender – e, desta vez, não sem alguma polémica – ao anunciar que o previsto desfile, afinal, não será na ‘Fashion Week’ de Paris, como se previa, mas sim em Londres, no dia 12 de Janeiro. A decisão, justificada em comunicado pela marca belga, é alegadamente do foro pessoal, remete para os “anos de formação e primeiros passos [do designer britânico] na indústria da moda – e está intrinsecamente ligada à herança e à história da alfaiataria tradicional da cidade”.

Em Paris, o caso mereceu já uma reacção por parte de Stéphane Wargnier, presidente executivo da Fédération Française de la Couture, que anunciou que “uma vez que esta colecção não será inédita, porque já terá sido vista em Londres, não poderá ser apresentada no âmbito do calendário” oficial da semana da moda parisiense. IQ




15.12.2014 - Por Fora de Série, às 13:30

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O negócio da Arte rendeu-se ao digital. Se procura uma peça para a sua empresa ou um presente de Natal diferente, a S Edition é uma galeria que oferece obras de grandes artistas mundiais, em modo digital. Damien Hirst, Mat Collishaw, Ryoji Ikeda, Jenny Holzer, Wim Wenders, Bill Viola, Yoko Ono ou Tracey Emin (a lista é gigante), são alguns dois artistas cujas obras estão representadas pela S Edition. Nalguns casos com peças exclusivas, feitas propositadamente para explorar todas as potencialidades que este meio permite.

O modo de funcionamento até é bastante simples. Basta visitar o site, se gostar de alguma obra pode registar-se e comprar. Recebe então um certificado de autenticidade enquanto a sua obra fica guardada num "cofre" (que na verdade é um servidor de alta segurança) ao qual pode depois aceder via Internet. A obra é tão sua que pode até revendê-la, através da S edition, numa área de ‘trade’ criada para o efeito.

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A Ideia é tirar partido não só da ubiquidade da internet como dos sempre omnipresentes ecrãs. No ‘tablet’, no ‘smartphone’, no computador ou na televisão, vivemos rodeados por ecrãs, com cada vez melhores resoluções e preços mais acessíveis. Outra vantagem é a flexibilidade, já que os ecrãs não necessitam de ser dedicados exclusivamente a este propósito. E ao contrário de um quadro, numa parede, também não precisa de mostrar sempre a mesma peça. Com a Sedition, alguns trabalhos são de imagens estáticas, que já têm todo um mundo de diferença para a pintura, mas a maioria das obras são vídeos.

Quanto aos preços, dependem obviamente do artista e da sua exclusividade (isto é, do número de cópias pois nunca são obras únicas), mas pode ter a enorme surpresa de possuir um Damien Hirst por apenas 10 euros. BL




Sábado, 13 de Dezembro de 2014
13.12.2014 - Por Fora de Série, às 15:30

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A exposição “Por Detrás das Sombras”, no MUDE – Museu do Design e da Moda, Colecção Francisco Capelo, apresenta uma selecção de óculos da colecção André Ópticas – um espólio que, actualmente, integra mais de três mil peças ‘vintage’. 

Organizada pelo museu, em parceria com a ModaLisboa, esta mostra, que se encontra na Sala dos Cofres, expõe cerca de 400 modelos, num percurso que dá voz às alterações que marcaram épocas, estilos, materiais, autores e marcas desde os anos 50 até à actualidade. A exposição, que inaugurou no passado mês de Outubro, estará patente ao público até dia 25 de Janeiro de 2015. CSB

 

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13.12.2014 - Por Fora de Série, às 12:00

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Depois do Harrod’s, em Londres, a Fine & Candy chegou ao Printemps Haussmann, em Paris. A marca portuguesa de papelaria de luxo e acessórios manufacturados está à venda naquele que é considerado um dos mais luxuosos armazéns da Cidade Luz, com uma selecção de artigos que incluem ‘notebooks’, álbuns de fotografia, lápis, afia-lápis, borrachas, copos para lápis e velas.

A Fine & Candy está também presente em lojas multimarca em Berlim, na Alemanha, e em Toronto, no Canadá. Em Portugal, os artigos desta marca podem ser comprados na loja da Rua do Rosário, nº 129, no Porto, ou online. CSB

 

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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2014
12.12.2014 - Por Fora de Série, às 18:00

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É um passeio de barco e é também um ‘workshop’ de vinhos. A Quinta da Alorna em parceria com a Spica Sailing Team e a Odisseias, são as empresas responsáveis pelo “Passeio em barco à vela com prova de vinhos & tapas”. Como o nome deixa perceber, é um passeio de veleiro no rio Tejo, entre o Terreiro do Paço e Belém, durante três horas, embalado por provas de vinhos e harmonizações de tapas.

O ‘workshop’ está a cargo de um dos enólogos da Quinta da Alorna e é dirigido a todos os apreciadores. Esta experiência encontra-se à venda nas lojas Fnac, por 59 euros, e o seu usufruto prolonga-se até 30 de Abril de 2015. CSB