
É para principiantes e para atletas profissionais, a primeira aplicação portuguesa de apoio à actividade desportiva. A “Every Zone” foi criada pela Sport Zone e está disponível para ‘download’ no Google Play e na App Store, da Apple.
Com o mote “Every Zone is a Sport Zone”, nesta fase inicial está apenas dedicada ao ‘running’ – ao longo do ano, será reforçada com novas funcionalidades e desportos, como ciclismo, ginástica e futebol. Fruto da colaboração com o Programa Nacional de Marcha em Corrida, permite a criação de um plano de treino personalizado e a participação em sessões de treino em grupo. Além de uma área de aconselhamento ‘on-line’ com técnicos especializados, ajuda a encontrar o calçado de corrida ideal para cada pessoa e dá dicas de Nutrição, de Saúde e Bem-estar, conselhos para iniciantes em ‘running’, calendário de eventos em Portugal, sugestões de percursos, entre muitas outras informações. CSB

O nome é associado ao Verão. E aos pés. Ao calçado descontraído e à praia, não fosse esta uma marca brasileira. A Havaianas fez da surpresa um hábito e lança mais uma: a ‘clutch’. No mesmo material das ‘flip-flop’, em laranja, turquesa e rosa fluor, à venda nas lojas da marca e em pontos autorizados. Para fazer roer as unhas dos pés de inveja. CSB

Ferramentas necessárias: uma foto – que pode estar numa câmara, num telemóvel ou no Instagram – e acesso ‘on-line’ ao site MAY28TH. Uma plataforma de customização de relógios onde, além da foto que vai dar corpo ao mostrador, pode escolher uma de 16 cores de braceletes e presilhas. Para o menino e para a menina, dos 8 aos 80. CSB
São bem portugueses e ajustam-se a qualquer pé. Não que os pés das portuguesas sejam todos iguais... muito pelo contrário. E então se formos explorar as múltiplas variantes que encontramos pelo caminho, desde a forma de andar aos vários tipos de pavimento, sem esquecer a bendita – ou maldita, dependendo da perspectiva – calçada portuguesa, nunca mais chegamos aos sapatos. E é, de facto, de sapatos que queremos falar.
A colecção é da Zilian, chamaram-lhe “Essentials Collection” e, naturalmente, nasceu daquela necessidade fundamental que todas as mulheres têm de encontrar o par de sapatos perfeito seja para o que for. Para o dia-a-dia, para o casamento da prima, para o baptizado da sobrinha, a festa de anos da sogra, da amiga, da tia, do namorado, e tudo e tudo e tudo... Exactamente por isso e também porque os pés não são todos iguais, a colecção Essentials apresenta uma transversalidade de modelos capazes de responder às exigências de qualquer formato e adaptar-se a qualquer estilo. Seja nos clássicos preto ou ‘nude’ ou na cor da inspiração do momento, seja em pele, camurça ou verniz, de salto vertiginoso ou médio, com ou sem compensação ou biqueira mais pontiaguda ou arredondada, a verdade é que “esta linha veio complementar a oferta da Zillian com os modelos essenciais que todas as mulheres procuram”, explica Madalena Beirão, a directora da marca.
Disponível em todas as lojas Zilian, em Portugal e Espanha, e também ‘online’, a linha “Essentials” promete responder às preces de qualquer mulher, seja qual for o seu tamanho ou formato de pé. E se, por qualquer motivo, lhe faltar a cor do último capricho, nada como esperar pelas propostas da colecção seguinte para ver o que acontece. É que a cada estação, a Zilian oferece novas cores e materiais de acordo com as tendências da moda e, claro está, sempre com a assinatura “Fabricado em Portugal”, para que não restem dúvidas de que se trata de uma linha 100% portuguesa. IQ


“VisitLisboa” é a página com mais fãs, o mural do Porto e do Norte é o mais activo com 656 ‘posts’ e a página da Madeira é a que mais interage com os visitantes. Conclusão de um estudo da E.Life Portugal – empresa pioneira e especialista em Inteligência de Mercado e Gestão do Relacionamento nas redes sociais – num comparativo entre sete páginas de Facebook de regiões de turismo de Portugal Continental.
O estudo decorreu entre 1 de Janeiro e 31 de Março e englobou páginas como a Visit Lisboa, Turismo Porto e Norte, Turismo do Centro, Turismo do Alentejo, Visit Algarve, Visit Azores e Turismo da Madeira. A primeira destacou-se com 310 mil fãs, sendo que no período em análise conquistou 34 mil novos seguidores.
No pódio das regiões com mais fãs no Facebook, estão também o Alentejo, com 90 mil, e a Madeira que conta com 49 mil. CSB

O Dia Mundial do Ambiente é só a 5 de Junho, mas como este já se tornou num tema incontornável ao longo de todo o ano, a Nespresso acaba de antecipar a celebração, convidando os consumidores a reciclarem as suas cápsulas usadas.
Este ano, a marca celebra o 5º aniversário do “Reciclar é Alimentar”, um projecto 100% português que transforma as cápsulas de café Nespresso em refeições para o Banco Alimentar Contra a Fome e que já permitiu entregar 190 toneladas de arroz, ou seja, cerca de 3.8 milhões de refeições para a população mais carenciada. Uma iniciativa que consiste na recolha das cápsulas usadas Nespresso para reciclagem e consequente aproveitamento da borra do café (resultante do processo de separação do alumínio das cápsulas). Esta borra de café é posteriormente integrada num composto agrícola, utilizado para fertilizar terrenos de arroz localizados no Alentejo, sendo este posteriormente controlado e embalado para doação ao Banco Alimentar.
Se se puder fazer tudo isto e ainda imprimir algum estilo à iniciativa, melhor. A pensar nisso, a marca de café apresentou o “Recycling Bin”, um prático recipiente hermético com acabamento cromado que permite armazenar as cápsulas usadas e transportá-las até ao ponto de recolha mais próximo. A Nespresso conta actualmente com mais de 290 pontos de recolha de cápsulas usadas em Portugal Continental e Ilhas, disponíveis nas ‘boutiques’ da marca e nos pontos de venda parceiros. O “Recycling Bin” tem capacidade para 100 cápsulas usadas e custa 20 euros. JM

É já na próxima semana que a Veritas Art Auctioneers leva à praça uma importante jarra em porcelana da China com armas da Ordem de São Francisco, produzida no reinado Qialong (c.1740). O lote tem uma estimativa de venda entre os 90 e os 120 mil euros.
Mas, num leilão em que as porcelanas são estrelas, destaca-se ainda o invulgar conjunto com decorações associadas às viagens marítimas, com embarcações e marinheiros (lotes 252 a 297). Um conjunto que é reforçado por outros objectos ligados ao mar que integram o acervo, como um modelo de galeão espanhol, um grande modelo de caravela em prata portuguesa, um raro aquário em faiança portuguesa do séc. XVIII e um par de globos Thomas Bardin.
O leilão, que se realiza nos dias 28 e 29 de Abril, em Lisboa, há também pintura, a alinhar pela temática, com as atenções a recaírem sobre “Tejo, Marinha”, estudo para o quadro oferecido por João Vaz à academia de Belas Artes de Lisboa como prova de candidatura a Académico de Mérito; e dois óleos sobre telas com vistas do Porto de Macau.
Todas as peças podem ser vistas no site ou em exposição na loja da Veritas, na Avenida Elias Garcia, nº 157/B, de 24 a 27 de Abril, das 10h às 23 horas. Segue-se o leilão nos dias seguintes. JM
O projecto é da Ermenegildo Zegna e o objectivo é dar ao público masculino algumas dicas sobre como usar alguns modelos da colecção Primavera-Verão 2014. Neste caso concreto, sapatos.
Sob o título genérico “Style Sessions”, este projecto, que se insere na estratégia de comunicação digital da Zegna, resulta numa série de seis vídeos que serão lançados semanalmente. Cada um deles apresentará um modelo de sapatos da nova colecção: três ténis, os sapatos “Monk”, os loafers em pele e os sapatos “Derby” em pele.
Hoje deixamos-lhe aqui o primeiro vídeo da série, dedicado aos loafers em pele da colecção Primavera-Verão 2014 e à melhor forma de os usar. IQ


Das muitas qualidades que definem o estilo italiano, a mais importante terá talvez a ver com uma certa atitude. Sonnet Stanfill, curadora da exposição “O ‘Glamour’ da Moda Italiana, 1945-2014”, com inauguração marcada para 5 de Abril no Victoria & Albert Museum (V&A), em Londres, fala em “‘sprezzatura’, ou seja, indolência, desprendimento”. “Há um certo sentido estético, uma atitude. Se for ao centro financeiro de Roma pela manhã, vai perceber o que quero dizer quando falo em sentido estético, aquilo a que gosto de chamar ‘elegância em acção’. É um autêntico desfile de moda”.
Stanfill faz uma resenha histórica nesta mostra, percorrendo a moda italiana desde os seus primórdios, no pós-guerra, até à sua transformação numa potência cultural e económica. “Não houve muitas exposições antológicas da moda italiana, que vive actualmente um ponto de viragem: a produção passou para primeiro plano e surgiu uma nova geração de estilistas. Perante isto, decidimos que era o momento certo para organizar esta mostra”, afirma o director alemão do V&A, Martin Roth.
Como a exposição é patrocinada pela marca de jóias italiana Bulgari, não podia deixar de falar com o seu director executivo, o francês Jean-Christophe Babin. Convidei Roth e Stanfill, que se juntaram a nós para a amena conversa que se seguiu. “Em Itália, tanto podemos comprar um fato numa marca conceituada como mandá-lo fazer num(a) ‘sartoria’. Todas as localidades, de maior ou menor dimensão, têm um alfaiate ou uma costureira e praticamente todos os italianos se lembram que era lá que o pai e o avô mandavam fazer os seus fatos”, refere Babin.
Num país com forte tradição no sector de produção têxtil e uma vasta rede de artesãos, os negócios familiares são um dos pilares, senão mesmo o pilar, do tecido empresarial italiano. Além disso, a tradição também obedece a geografias. Ou seja, há ofícios associados a determinadas zonas do país: Como é a região por excelência da produção de seda, o couro tem a chancela da Toscana, o ofício de ferreiro está ligado a Valenza e por aí adiante. Resumindo, não se pode falar num único estilo italiano, mas sim em vários estilos.
“No centro e sul de Itália, a maneira de vestir é muito influenciada pelo Império Romano, pelos Papas, pelo sol e pela proximidade do Mediterrâneo, enquanto no norte, mais frio e cinzento, e historicamente influenciado pela Áustria, prevalece uma estética mais austera e minimal”, explica Babin. Basta pensar nas diferenças entre o corte estruturado e sóbrio de Armani e a exuberância de inspiração siciliana da dupla Dolce & Gabbana.

A elegância no vestir é algo intrínseco, inclusive à estrutura política italiana. Babin dá algumas pistas: “No século XI, as cidades de Veneza, Roma, Milão e Florença lideraram a entrada na Renascença. O poder estava nas mãos de diferentes famílias de norte a sul do país e cada uma era dona e senhora de um grémio de artesãos. Os Medici, por exemplo, eram famosos pelos ricos tecidos que produziam e usavam. Em finais do século XVI, essas famílias abastadas governavam as repúblicas italianas e a sua maneira de vestir influenciou fortemente a moda nas diversas cortes europeias”.
Nos séculos seguintes, Itália perdeu o estatuto de líder de moda para a França, mais especificamente Paris, berço da alta-costura. Depois da Segunda Guerra Mundial, nenhum criador italiano conseguiu rivalizar ou destronar nomes como Dior ou Balenciaga. Stanfill lembra que “Itália era um país pobre. A economia ficou de rastos depois da guerra e a maior parte dos italianos não tinha dinheiro para comprar artigos de luxo”.
Na década de 1950 tudo mudou com a entrada em cena do Plano Marshall, nome que designa o pacote de ajuda financeira concedido pelos EUA à Europa, sob a égide do presidente Roosevelt, para ajudar à reconstrução do continente. Em 1951, Giovanni Battista Giorgini, empresário e director de compras para os armazéns norte-americanos, desafiou o domínio da moda francesa “ao convocar todos os ‘designers’ de relevo no país para se associarem e criarem uma colecção”. “Depois, organizou um desfile em Florença e convidou a imprensa e um vasto leque de compradores para assistirem ao mesmo. Foi a primeira semana da moda italiana com público internacional”, relembra Stanfill.

O estilo italiano passou rapidamente a ser sinónimo de ‘lifestyle’. “Era tudo uma questão de ‘glamour’. Convém não esquecer que, durante a guerra, as pessoas não podiam viajar, por isso, quando visitavam Milão ou Veneza o que viam era a ‘dolce vita’, irresistível e sedutora”, lembra Roth, acrescentando que “esta sensibilidade estética e desejo pelo que é belo no dia-a-dia, no local de trabalho, etc., nasceram em Itália, mas alastraram a todo o mundo nas décadas de 50 e 60”.
Filmes como “Férias em Roma” e “Ben-Hur”, de William Wyler, ou “Cleópatra”, de Mankiewicz, além de terem sido filmados nos famosos estúdios romanos da Cinecittà, tinham no elenco estrelas do firmamento de Hollywood, como Audrey Hepburn e Elizabeth Taylor. Hepburn gostava de ir às compras às lojas Salvatore Ferragamo, enquanto Taylor sucumbia facilmente às jóias da Bulgari. Um dia, Richard Burton gracejou a propósito dessa paixão, dizendo: “A única palavra que Elizabeth sabe em italiano é ‘Bulgari’”.

“Houve toda uma geração de estilistas que beneficiou da afinidade natural entre a moda e as celebridades. Aliás, foi assim que nasceu o ‘Made In Italy’, uma campanha de marketing transversal a diversas áreas de produção, da moda às lanchas rápidas passando pelo cinema e pelo ‘design’ automóvel. Foi aí que o mundo despertou entusiasticamente para o que de bom se fazia em Itália”, sublinha Stanfill. Os êxitos sucederam-se e Krizia, Missoni, Armani e Valentino afirmaram-se como nomes incontornáveis da moda italiana. Estávamos nos anos de 1960 e 70, a semana da moda transitou de Florença para Milão, a nova capital da moda, e nasceu o que ficou imortalizado como “pronto-a-vestir”.
Na década de 1980, as propostas ‘prêt-à-porter’ de Armani, Krizia, Romeo Gigli, Gianfranco Ferre, Dolce & Gabbana e Versace revolucionaram o mundo da moda e tornaram-se num fenómeno de enorme popularidade. Richard Gere é o homem certo no papel certo em “American Gigolo” – e no fato certo, com assinatura Armani. “Os franceses até podiam ser mais chiques com o ‘Rive Gauche’ do Yves Saint-Laurent, mas o golpe de génio dos italianos foi concentrarem as suas energias no estilo, no material e na qualidade da produção, mesmo que o artigo não fosse feito à mão”.
O problema é que à medida que a moda italiana foi conquistando fama e popularidade, muitas das indústrias das quais tem dependido – coração literal e simbólico do estilo italiano – foram obrigadas a fechar. Anos sucessivos de recessão levaram muitas empresas à falência e deslocalizaram as redes de produção para países como a China.
“O mundo da moda mudou muito ao longo dos anos. Surgiram novos mercados, que trouxeram muito investimento para o país, mas os gostos das pessoas também mudaram. Hoje em dia, as pessoas vivem a um ritmo acelerado e a indústria teve de adaptar-se produzindo ideias e colecções em série, de preferência a um ritmo também ele vertiginoso. Ora, quer o processo criativo quer a qualidade exigem tempo. Seria importante regressarmos a um ritmo mais humano e autêntico. Espero ver uma mudança nesse sentido nos próximos anos”, realça Giorgio Armani.

“Itália não pode regressar à era das oportunidades ilimitadas que foram os anos de 1980 e 90. A moda italiana continua a ser viável porque os consumidores dos mercados emergentes vêem no ‘Made in Italy’ uma garantia de qualidade”, refere Stanfill. Este rótulo, porém, não é 100% verdadeiro: em muitos casos, os artigos são fabricados no estrangeiro e essa informação nem sempre consta da etiqueta informativa. “Os consumidores, nomeadamente dos mercados emergentes, são pessoas cada vez mais informadas que dão particular atenção à proveniência dos produtos que compram”, acrescenta Stanfill.
A autenticidade é outro aspecto que os consumidores valorizam, visto algumas marcas italianas terem sido compradas por empresas estrangeiras. Dois conglomerados franceses, LVMH e Kering, detêm nomes como a Bulgari, Fendi, Pucci, Bottega Veneta, Gucci e Brioni, e o grupo de investimento Mayhoola, do Qatar, adquiriu a Valentino em Julho de 2012. Stanfill mostra-se optimista: “Este tipo de empresas-mãe tem uma estratégia de compras definida, isto é, investem precisamente porque se trata de uma marca italiana que tem um selo de qualidade associado. Por isso, têm todo o interesse em proteger e acarinhar essa identidade”.
Nos últimos anos não têm surgido novos talentos na moda italiana, o que quer dizer que Milão está sequioso de sangue novo. Na opinião do editor de moda Gianluca Longo – e consultor da actual exposição no Victoria & Albert –, “Itália sempre teve excelentes jovens estilistas, o problema é que são esmagados pelos nomes mais famosos. Durante muitos anos, a Câmara Nacional da Moda Italiana preteriu os jovens talentos pelos estilistas estabelecidos, dando-lhes primazia nas passarelas. Em Londres, quer a escola de moda britânica Central Saint Martins quer o Royal College of Art estimulam a colaboração entre estilistas e alunos de ‘design’ de moda. Têm uma visão completamente diferente. Em Itália não há nada assim”.

Apesar de tudo, a mudança já está em curso. Em 2007, Linda Loppa, que ensinou na Real Academia de Belas-Artes de Antuérpia e teve como alunos Dries Van Noten e Ann Demeulemeester, foi nomeada directora da Polimoda, a escola de moda de Florença, e pôs em marcha uma nova estratégia de ensino nesta área. Os concursos de novos talentos também têm ajudado a dar visibilidade a novos talentos criativos como Andrea Pompilio, ‘designer’ de roupa para homem. Mas o nome que tem feito mais furor nos últimos tempos é o de Stella Jean, a estilista italo-haitiana que desenha saias compridas ou evasê e vestidos com cinta de vespa usando têxteis africanos, cujas cores, corte e elegância lembram as melhores criações da Prada e da Marni.
Uma nova dinâmica parece ter tomado conta da moda italiana e tudo indica que a exposição antológica no Victoria & Albert não só será um êxito junto do público como uma lição de história e de vida – com (muito) estilo. Longo consegue resumir numa frase toda a nossa conversa: “Para os italianos, a moda é algo tão instintivo como respirar”. Charlotte Sinclair/FT
A exposição “The Glamour of Italian Fashion, 1945-2014”, patrocinada pela Bulgari, estará patente no Victoria & Albert Museum até 27 de Julho.




Heidi Klum, modelo alemã e apresentadora de concursos de moda, é fã da marca G-Star, a julgar pela imagem captada no aeroporto de Heathrow, em Londres. O modelo de calças de ganga G-Star RAW Arc 3D Kate Tapered, foi o escolhido da nova linha de mulher da G-Star, Denim Nonchalance. Uma colecção que tem como inspiração a roupa de trabalho masculina, com bolsos baixos, gancho descaído e costuras torcidas que acompanham o contorno da perna. À venda nas lojas da marca. CSB


O Bacalhau vai ser o rei da Cozinha Velha. O restaurante da Pousada de Queluz recebe a "Quinzena do Bacalhau" com menus de degustação com assinatura do ‘chef’ Miguel Costa. Para entrada, salada de pimentos assados com lascas de bacalhau, pasteis ou pataniscas de bacalhau; nos pratos, as sugestões variam entre ‘vol-au-vent’ com bacalhau em lasca, bacalhau à brás com salada de alfaces, bacalhau com broa, cataplana de bacalhau, pataniscas com arroz de tomate ou feijão e ‘soufflé’ de bacalhau com salada de rúcula e citrinos. A refeição não poderia terminar sem um ‘buffet’ de sobremesas.
Por encomenda, é também possível provar o bacalhau espiritual original, de acordo com a receita original da Cozinha Velha – segundo reza a História, foi desta cozinha que saiu, pela primeira vez em Portugal, esta receita, importada de França pela Condessa Almeida Araújo, que, antes de abrir o seu restaurante de luxo na antiga cozinha do Palácio de Queluz, visitou vários restaurantes da elite gastronómica francesa em busca de pratos sofisticados e inovadores. A ‘Brandade Chaude de Morue’ deu assim origem ao bacalhau espiritual.
Até 30 de Abril, a partir de 25 euros o menu de degustação. CSB


Comida e perfume. Esta combinação improvável vai ser a estrela do próximo dia 23 de Abril no Eleven. O restaurante está a promover o primeiro jantar perfumado inspirado na cidade de Lisboa, assinado pelo ‘chef’ Joachim Koerper e por Lourenço Lucena, compositor português de perfumes.
Neste jantar, os dois profissionais juntam-se para proporcionar uma experiência única, conduzindo os clientes através de uma viagem em que todos os sentidos serão despertados. Este jantar único tem como tema os Aromas de Lisboa e o menu foi criado exclusivamente para este momento, percorrendo um mapa de alguns dos mais característico aromas da cidade. Ao longo do jantar, o compositor de perfumes apresenta cada um dos aromas individualmente, dando a conhecê-los através de tiras. Daí, passa-se para a degustação, em que cada prato de Joachim Koerper evidenciará o aroma apresentado.
O menu é composto por cinco pratos, inspirados em cinco matérias-primas: ‘amuse-bouche’ de tártaro de salmão com laranja (flor de laranjeira), uma entrada de quinoa com sardinha e manjerico (manjerico), um prato de peixe de ‘ravioli’ de batata com camarão e cardamomo (cardamomo), ‘magret’ de pato com café e arroz de jasmim (café e jasmim) e a sobremesa é ‘macarrons’ de açafrão com gelado de chocolate e cravo (açafrão e cravo).
Além destas matérias-primas, Lourenço Lucena irá apresentar em ‘paper strips’ outros ingredientes alusivos à cidade de Lisboa, como é o caso da canela (ingrediente fundamental para um pastel de nata) ou da borracha queimada (numa alusão aos odores da cidade e às horas de ponta, mas também da erva acabada de cortar (em referência aos grandes jardins de Lisboa) ou do pinheiro (identificado por quem vive perto de Monsanto, Parque Eduardo VII, Belém).
O jantar é acompanhado por vinhos da Quinta do Monte d’Oiro e conta com os comentários do produtor dessa quinta, José Bento dos Santos. A iniciativa está limitada a 50 pessoas, pelo que é necessário fazer reserva pelo telefone 213862211. Tudo por 75 euros por pessoa. JM
