
Na “box Stylist”, o relógio tem a caixa em aço dourado e o fundo do mostrador branco; as braceletes são camel, dourado e branco. Quanto à “Rock Candy” contém um relógio multifunções com caixa em aço inoxidável e braceletes em pele branca, dourada com padrão tigre. CSB


Feito a partir de cereais puros e de dez botânicos – zimbro, sementes de coentro, noz-moscada, canela, casca de laranja e de limão, raiz de angélica e de lírio, cassia e alcaçuz –, e destilado cinco vezes, o Gin Hayman’s é complexo, intenso e equilibrado no final. Este Natal, estará à venda uma embalagem limitada de Hayman’s 1850 Reserve, com um copo de oferta.
Uma receita de família com 150 anos de História, que remonta a 1863, altura em que James Burrough, estudante de química, comprou uma destilaria de gin e lançou o gin Beefeater. Considerado à época uma das 60 bebidas medicinais e ingrediente-chave da primeira época de ‘cocktails’, em 1880. CSB

Quando duas marcas exclusivas unem esforços, o resultado costuma ser inspirador e a experiência só pode ser para repetir. Foi o que aconteceu com as duas casas britânicas Aston Martin e John Lobb que, pela segunda vez na História, se associaram para lançar um modelo de sapatos muito especial: o Winner Sport MKII.
Inspirado no modelo 8613 da Aston Martin, este sapato em couro, concebido para a condução, não apresenta costuras visíveis e oferece uma grande flexibilidade de movimentos. O Winner Sport MKII existe em preto, castanho, azul, verde e bordeaux e está disponível em todas as lojas John Lobb. IQ
Dezembro de 2013: o Souk Al Bahar, no The Dubai Mall, no Dubai, é engalanado por uma projecção 3D da Sephora. A animação decorre como uma caixa de Pandora, de onde saltam coloridos produtos, numa demonstração do dinamismo que caracteriza a marca.
O ano de 1969 é a marca da audácia de Dominique Mandonnaud. Quando abriu a sua primeira perfumaria reverteu o antigo modelo dos perfumes e cosméticos guardados atrás de balcões; colocou-os à frente e no centro. Assim, os clientes podiam tocar, cheirar e até experimentar. A Sephora revolucionou o comércio da beleza.
Actualmente, a marca tem 17 mil produtos, cerca de 300 lojas em França, o país de origem, e 1700 em todo o mundo, da Europa, à América do Norte e dos Sul, Médio Oriente e Ásia. E mais visitantes anuais na loja dos Champs-Elysées do que a própria Torre Eiffel – cerca de seis milhões. CSB

É já este fim-de-semana, dias 21 e 22 de Dezembro, das 10h00 às 18h00, que 70 criadores apresentam as suas peças no Jardim da Estrela, em Lisboa. O mercado “Crafts & Design” estará subordinado ao tema “Back for Christmas” e o artesanato contemporâneo, moda, decoração, joalharia, ilustração e outros trabalhos ‘hand-made’, seguem a premissa: originalidade ‘versus’ qualidade.
O Projecto Roulote – uma instalação sonora e visual da autoria de Joana Ribeiro – estará também estacionado no Jardim da Estrela, no domingo, a partir das 17h00. O “Crafts & Design” é uma plataforma cultural nas áreas do ‘design’ e do artesanato contemporâneo e a organização está a cargo de Arquitexturas – Organização. CSB

A cantora Rihanna é o rosto Primavera-Verão 2014 da Balmain. A nova campanha, que se prepara para chegar à imprensa em Janeiro, foi dirigida pelo Atelier Franck Durand e conta com a assinatura dos fotógrafos nova-iorquinos Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin. A produção é de Mel Ottenberg que escolheu dois ‘looks’ em tons primaveris: um rosa e um azul.
Um “sonho tornado realidade”, é a forma como Olivier Rousteing descreve esta colaboração entre a marca de que é o director criativo e a cantora que considera ser “o ícone de uma geração”. E acrescenta: “Quando a mulher que vos inspira veste as vossas, a vossa visão é completa”. IQ


A campanha "Portuguese Shoes" – que recentemente recebeu o "Prémio Europeu de Promoção Empresarial" – contribuiu para a notoriedade alcançada pelo calçado nacional e potenciou um aumento de mais de 20% nas exportações. Bem como a subida do preço médio do calçado, que é neste momento o segundo mais alto do mundo na relação com a qualidade. Actualmente, 95% da produção é exportada para 132 países nos cinco continentes.




O pau-preto e a prata, onde também podem figurar pedras preciosas, dão corpo a "Santa Maria". As peças saídas das mãos da ‘designer’ Rosarinho Cruz, evocam o sagrado, mas antes disso afiguram-se românticas e ‘naif’.
As “Nossas Senhoras” de Rosarinho Cruz estão à venda no atelier da 'designer', na Rua de S. João, 34, no Porto, mediante reserva prévia. Mais informações através do email info@rosarinhocruz.co.pt. CSB

Filipa Pais Rodrigues é ‘designer’ de papel. O Monte Velho é um vinho. Do encontro de ambos resultou "Um Abraço de Papel". O ponto de partida foi o Alentejo e a Herdade do Esporão com os seus vinhos. A azinheira, característica nas planícies do Alentejo e na Herdade do Esporão, revela-se na silhueta recortada do papel, por entre a qual se revelam as castas inscritas no rótulo da garrafa de Monte Velho, tinto e branco.
Parte das receitas deste projecto revertem para a Associação Abraço, local onde é vendido o vinho, na Galeria da Abraço, junto ao Martim Moniz. Só até ao final do ano, por 6,30 euros; o Monte Velho Branco; 6,80 euros, Monte Velho Tinto; e Magnum Monte Velho Tinto, por 12,60 euros. CSB

A Burberry acaba de inaugurar a sua primeira loja exclusivamente dedicada aos produtos de cosmética e perfumaria. A Burberry Beauty Box abriu esta segunda-feira no Covent Garden, considerado a ‘Meca’ londrina da beleza, mesmo ao lado da Chanel. A oferta vai dos perfumes da marca às múltiplas colecções de maquilhagem, sem esquecer as indispensáveis embalagens de oferta e ainda uma selecção de acessórios onde se destacam os óculos, as echarpes e os artigos em pele.

Como a aposta nas novas tecnologias tem sido um dos principais cavalos de batalha desta marca britânica, a nova loja não poderia fugir à regra. Assim, entre as curiosidades desta primeira Burberry Beauty Box destaca-se um Digital Runway Nail Bar, um dispositivo tecnológico que permite às clientes testarem virtualmente os vários tons de verniz disponíveis para verem quais os que melhor ligam com a sua pele ou o seu formato de unha e/ou de mão.

Paralelamente, o serviço Runway Made to Order foi também alargado às linhas de beleza e cosmética o que significa que, a partir de agora, as clientes Burberry poderão comprar ‘online’ todas as novidades da colecção a partir do momento em que estas são apresentadas na London Fashion Week. IQ

Júpiter, senhor do Universo, recebe Baco, Deus das festas, do vinho e do lazer; Ceres, Deusa da agricultura e dos cereais; Concórdia, Deusa da harmonia e paz nos lares; Diana, Deusa da caça e da lua; e outros tantos para um Banquete dos Deuses. Desconhece-se a ementa, mas imagina-se faustosa, elaborada e apetitosa. Digna de Deuses. Outro exercicío que exige imaginação: fazer uma encomenda de doces para o Natal, dignos dos Deuses. No dia combinado, dirigir-se ao local e entrega o carro ao ‘valet’ que tratará de o estacionar; em seguida, dirigir-se ao ‘concierge’ que lhe entregará a encomenda. Acontece que este não é apenas um exercicío de desejo, nem tão pouco um sonho, é um serviço que está disponível para todos os interessados no Ritz Four Seasons Hotel Lisboa e os doces são obra do ‘chef’ Pasteleiro, Fabian Nguyen.




Era uma falha já bem notada que acaba de ser colmatada: a centenária Bordallo Pinheiro e a Casa Alegre já inauguraram os seus espaços no El Corte Inglès, em Lisboa e em Gaia.
Para a emblemática Bordallo Pinheiro, fundada em 1884, esta abertura reveste-se de particular importância, uma vez que são os primeiros pontos de venda fora das Caldas da Rainha na história dos 130 anos da marca, que terão um importante papel para a divulgação do génio criativo das faianças artísticas Bordallo Pinheiro. Em destaque nesta quadra natalícia estarão as folhas de couve, adaptadas a pratos, tijelas, taças, chávenas, que permanecem no imaginário de todos os portugueses. Mas também os peixes e as folhas de bananeira, peças que mantêm viva a criatividade e originalidade do seu criador.
Já a Casa Alegre inaugura os seus primeiros pontos de venda desde o seu relançamento, em Fevereiro de 2013, e apresenta-se com 13 colecções, numa gama muito completa de produtos, que vão desde a porcelana ao grés, passando pelo vidro, cutelaria e têxteis para a casa. JM


A Fundação Pierre Bergé – Yves Saint Laurent acaba de abrir ao público o acesso ‘on-line’ aos seus arquivos, no âmbito de um projecto de digitalização do património cultural lançado pelo Ministério francês da Cultura e Comunicação.

No site desta instituição estão agora à disposição dos internautas centenas de projectos assinados pelo costureiro. Para já são os croquis para o guarda-roupa de numerosas peças de teatro, de filmes, mas também de vestidos para bailes de máscaras – muitos dos quais acompanhados por fotografias das peças – que vêm fazer companhia a duas facetas menos conhecidas da criatividade do autor que já estavam disponíveis no mesmo site: a colecção de bonecas de papel criadas por Yves Saint Laurent e as pranchas de banda desenhada de “La Vilaine Lulu”.

Ainda não disponíveis ‘on-line’, mas já prometidos, estão os arquivos do trabalho do costureiro na área que o celebrizou para a eternidade. Um vastíssimo espólio que conta a história de um dos mais emblemáticos criadores de moda de sempre. IQ


Em época de festa, é produto obrigatório. Mas, o que separa o champanhe do vinho espumante? E como se faz um bom champanhe?
Aproveitámos uma visita da equipa da Laurent Perrier a Portugal para falar com o ‘chef de cave’, Michel Fauconnet, e ficámos a saber que as três castas de uvas utilizadas – Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier –, da região francesa de Champagne, são o grande segredo, aliado ao tempo de maturação na adega.
Michel Fauconnet trabalha na Laurent Perrier há 40 anos, desde 1973, é o terceiro ‘chef de cave’ da casa, mas ainda trabalhou com os seus dois antecessores. É, portanto, o homem ideal para falar deste néctar quase sempre associado a festa e a celebração. JM

Ouvimos dizer que as celebridades nos Óscares bebem Laurent Perrier. É verdade?
Sim, é verdade. Durante muitos anos tivemos um acordo especial com a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelos Óscares, em que oferecíamos um cabaz de Grand Siècle Prestige Cuvée, que se encontra à venda em Portugal.
Como se faz um bom champanhe? É muito diferente do vinho? Quais são os segredos?
A produção do champanhe é diferente do vinho. A grande diferença é que o champanhe é um vinho gasoso que resulta da combinação de diferentes regiões, que envolve 327 localidades e três castas, enquanto o vinho usa apenas um tipo de uva. Compete ao ‘celler master’ seleccionar as uvas, as localidades e o teor gasoso. Outra diferença é o tempo de descanso das garrafas: três anos e meio e dez anos, no caso do Grand Siècle. Ou seja, permanecem na adega da Laurent Perrier até serem exportados ou enviados directamente aos clientes. No caso do vinho, muitas vezes, é vendido no ano posterior à produção e quando chega ao cliente, este pode guardá-lo um ou mais anos. Quem trabalha com champanhe faz o processo inverso: guarda as garrafas durante anos e só depois é que as vende.
Porquê?
É a regra, até porque o champanhe tem um certificado de origem, logo, regras bastantes rígidas. A magia do champanhe é quando se torna gasoso e isso acontece durante a segunda maturação, em que as garrafas têm de ficar em descanso na adega pelo menos um ano – são as regras – antes de poderem ser comercializadas. Este ano, as regras mudaram. Agora são 15 meses, mas a maior parte dos produtores de champanhe guarda as garrafas muito mais tempo, porque para nós a qualidade é muito importante. Na maior parte dos casos, ficam guardadas durante 36 meses, no mínimo. Muito importante, como já referi, é o facto de usamos três castas: Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier e temos de guardar as garrafas por períodos superiores a 12 meses. Habitualmente, usamos muito a casta Chardonnay, que exige um envelhecimento especialmente longo, o que também justifica esse “descanso” prolongado.
Então o segredo da Laurent Perrier é esse descanso, devido à utilização de muitas quantidades de Chardonnay?
Cada fabricante tem o seu estilo e filosofia. Na Laurent Perrier procuramos frescura, elegância e sofisticação. Um champanhe fácil de beber, agradável e leve. A frescura é fundamental para contrabalançar a acidez – uma especificidade do champanhe. Isso é fundamental. Daí usarmos muito Chardonnay, que lhe confere um toque de frescura. É uma bebida que temos prazer em beber e que está associada a celebrações. Não procuramos nada excessivamente estruturado ou pesado. O champanhe começa por ser um vinho, ou não fossem uvas a sua base, mas nunca descuramos o facto de que estamos a criar um vinho gasoso relativamente complexo, que obedece à trilogia “frescura, elegância e sofisticação”. O ‘savoir-faire’ da casa é um dos seus grandes segredos, assim como o contributo das 327 localidades envolvidas e o génio da combinação das castas. Tal como nas casas de alta-costura, todos os anos temos de criar uma “colecção” diferente, neste caso, um champanhe distinto dos anteriores.
Enquanto especialista em champanhe, qual é o seu preferido?
Adoro o Laurent Perrier Brut, precisamente pela sua frescura, elegância e sofisticação. É um dos nossos cartões-de-visita e a identidade da Laurent Perrier. Ocupa cerca de 70% das nossas adegas e envolve diferentes elementos. É uma bebida versátil e com carácter. Se quiser algo mais complexo, ‘premium’ e extremamente elegante, no qual apenas usamos duas castas, temos o chamado Grand Cru. Nunca produzimos mais de 10 Grand Cru e, claro, são feitos com as melhores castas. Há champanhes ‘vintage’ e ‘non vintage’, mas, por vezes, há anos excelentes e os grandes produtores de champanhe declaram o ano “X” como ‘vintage’. Muitos deles produzem em cada 10 anos entre 27 a 29 ‘vintages’, enquanto nós não fazemos mais do que 4 ou 5 ‘vintages’ no mesmo período de tempo. O Grand Siècle Prestige Cuvée, por exemplo, é uma combinação dos nossos melhores ‘vintages’ – é uma das filosofias da casa. Há anos fantásticos, como 1976, 1990 e 2002. É preciso notar que cada garrafa leva 1,5 kgs de uvas, a 7,5 euros o quilo.
E champanhe deve acompanhar com o quê?
Produzimos uma gama de champanhe que tem a particularidade de combinar com todos os pratos que possam ser servidos durante uma refeição: do peixe e marisco à sobremesa. Temos sete champanhes, portanto, há para todos os tipos. O Brut, por exemplo, acompanha muito bem com ostras, marisco no geral e peixe. O Rosé fica melhor com sobremesas, fruta, mas também com pratos de caça. E depois, depende também do gosto de cada pessoa.
