Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015
19.11.2015 - Por Fora de Série, às 13:30

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O Museu Gulbenkian inaugura duas novas exposições: “Wentworth-Fitzwilliam. Uma colecção inglesa” e “Calouste S. Gulbenkian e o gosto inglês”. A partir de 27 de Novembro.

A primeira apresenta 56 obras de mestres como Anton van Dyck, Canaletto, Claude Lorrain, Sir Joshua Reynolds, Sir Thomas Lawrence, Claude Joseph Vernet, William van de Velde II, Jan van Goyen, Hans Memling, Salomon van Ruysdael e George Stubbs, provenientes de uma das mais importantes colecções privadas de arte do Reino Unido. Uma exposição que reúne sobretudo retractos e paisagens, resultantes de quatrocentos anos de colecção, e que revela alguns dos momentos mais importantes da História de Inglaterra. Thomas Wentworth (1593-1641), 1º conde de Strafford, vice-rei na Irlanda, mais tarde conselheiro-mor de Carlos, e Charles Watson-Wentworth (1730-1782), 2º marquês de Rockingham, foi duas vezes primeiro-ministro do partido Whig, de tendência liberal, e chefe da Câmara dos Lordes, foram os dois principais coleccionadores da família.

Paralelamente é apresentada também a mostra “Calouste S. Gulbenkian e o gosto inglês” que reúne obras de pintura, escultura, gravura, livros e documentação, maioritariamente em reserva e, algumas das quais, mostradas ao público pela primeira vez. Bem como a pintura Retrato de William Keppel, de Sir Joshua Reynolds, oferecida pelo senhor Gulbenkian ao Museu Nacional de Arte Antiga. Em destaque está o “período inglês” de Calouste Sarkis Gulbenkian, que se formou em Engenharia e Ciências Aplicadas, no King’s College, em Londres, onde casou e mais tarde viveu, chegando a obter a nacionalidade britânica.

Exibida pela última vez no Chrysler Museum of Art, em Norfolk, na Virginia, nos Estados Unidos da América, em 2006, estará no Museu Gulbenkian, em Lisboa, de 27 de Novembro a 28 de Março de 2016. CSB