
Este é o momento certo para comer amêndoas e ovos de chocolate. Mas é também época de celebrações religiosas e, manda a tradição, que numa mesa que se preze não pode faltar cabrito e doces, o que exigiria muitas horas na cozinha. Nada que não se resolva. Se não quiser ter trabalho nem dores de cabeça, ainda vai a tempo de decidir por uma Páscoa diferente. No The Yeatman, hotel vínico de luxo instalado na margem do rio Douro, os tachos e barros estão nas mãos do ‘chef’ Ricardo Costa. É uma aposta segura ou não tivesse uma estrela Michelin. É chegar, sentar, e provar. Os aperitivos são variados e o prato principal vai do cabrito regional, à vitela de leite, ao ‘t-bone steak’ charolês, ao arroz de caça e cogumelos até aos pratos de peixe ou até mesmo a uma boa ‘pasta’. Na lista das sobremesas lá está o folar da Páscoa, tarte de amêndoa, pudim de abade de priscos, pavé de morango e tantas outras iguarias.
Membro da reconhecida cadeia Relais & Châteaux, o The Yeatman assume-se um embaixador dos vinhos nacionais e dispõe da mais abrangente cave de vinhos portugueses. A selecção de bebidas fica ao cuidado de Beatriz Machado, directora de vinhos. O almoço por pessoa custa 65 euros, com bebidas incluídas. E o que significa é um almoço de Páscoa com toda a tradição, sem passar pela cozinha. CSB